Sample Notice of Intention

Julius Caesar Questions Examine the interest paid (or not paid) to omens, nightmares, along with other unnatural events. What do the many responses to these phenomena show about free will in Caesar and the challenge between destiny? Can the perform’s tragedies be caused by rsquo the people; failure to learn the omens or is the inevitable just presaged by the omens? The heroes in Julius Caesar neglect nearly universally the perform’s various omens (dead men walking, sacrificed animals who lack kisses), dreams (Calpurnia’s eyesight of Caesar’s statue jogging with bloodstream), alerts (the Soothsayer’s advice to Caesar to avoid the Ides of March, Artemidorus’s letter in regards to the conspiracy), and supernatural events (Brutus’s visitation from the Spider). Continue reading

Identify Employees With These 10 Ideas

Raymond Carver 1988, books, Nyc Do I, being a writer, have the directly to reduce people copying my guides at no cost? Must I own it? Does it matter? ‘They took away my right to own a slave,’ composed Max Stirner, the opening words of the section on humanrights in his wonderful book, The Pride and its Own (1844). One peculiar phrase are no over exactly what the regulation concedes to another or at least one celebration in virtually any given turmoil of curiosity. There are no privileges in dynamics, only in a community having a police force as well as a legal process. Continue reading

How to Find Trial Grant Characters

Results for ” Gran Torino Flick” Serge American College Of Thessaloniki Review: Gran Torino The Video Gran Torino a movie that is predicated on a vintage town that has been largely National nationalities residing there. Over time this altered and it became an Asian society to reside in. This film was led and made. Johansson wrote the tale of the movie along with Nick did the screenplay. 1574 Phrases 8 Websites For Asians when, the protagonist reveals his violence in the movie Gran Torino , starring Clint Eastwood as Wally Kowalski, a War Veteran. Continue reading

Os envelopes FDC

Uma das peças filatélicas mais colecionadas são os envelopes de 1º dia de circulação ou, simplesmente, envelopes FDC (do inglês first day cover). Trata-se de peças fabricadas pelos correios ou por particulares, constando de um envelope no qual é colado um selo e, sobre este, uma obliteração do dia de lançamento desse selo, ou seja, seu primeiro dia de circulação. O envelope traz ainda uma ilustração gráfica reproduzindo ou lembrando o motivo e/ou o desenho do selo.

Deve-se considerar que somente o selo e o carimbo são os elementos verdadeiramente postais dessa peça filatélica. Mesmo que o envelope seja fabricado pelos correios, ele, por si só, não tem valor postal. Em outras palavras: a ilustração presente no envelope, feita ou não pelos correios, é um mero adereço, sem significado postal nem filatélico. Adicionalmente, os FDC normalmente não circulam, sendo sua obliteração “de favor”. Para fins de inserção, por exemplo, em uma coleção temática, é preferível um envelope circulado – independente de ser um FDC ou mesmo um envelope branco que tenha recebido o selo e o carimbo.

No Brasil, até 1983, havia um carimbo especificamente de 1º dia de circulação (sem qualquer ilustração) e que era utilizado em todas as Agências Filatélicas sobre o respectivo envelope quando das emissões postais e havia outro carimbo, dito comemorativo – esse, sim, com ilustração alusiva ao selo e que era lançado somente na cidade que tinha relação direta com o lançamento. Felizmente, desde então, houve a unificação, com a criação do carimbo comemorativo (ilustrado) de 1º dia.

No Brasil, o primeiro envelope oficial (produzido pelos correios) de 1º dia data de 04/09/1965, alusivo à 8ª Bienal de São Paulo. O segundo, cuja cotação é alta nos catálogos, só apareceu em 03/05/1972, na emissão Recursos Minerais. Daí em diante, passaram a ser rotineiramente emitidos. Os FDC brasileiros são bonitos e possuem muitos aficcionados.

Rogério Dedivitis

O que colecionar?

Uma dúvida que normalmente acomete os filatelistas iniciantes é se devem colecionar selos novos (sem carimbo) ou usados (obliterados). No início de uma coleção, em que os selos adquiridos são retirados de cartas, o mais fácil é acumular selos usados. Contudo, à medida que a coleção progride, fica realmente difícil encontrar certos selos carimbados sob boa apresentação.

Não se recomenda a mistura, em uma mesma coleção, de selos novos e usados. Essa é boa regra a ser seguida, sendo se recomendação consensual. Todavia, cada um coleciona como bem entende e mesmo os regulamentos de exposições filatélicas oficiais não estabelecem a obrigatoriedade de optar por um tipo ou por outro nem tampouco proíbe a mistura. Atualmente, na verdade, há uma grande tendência a colecionar os selos novos, haja vista, por exemplo, que a quase totalidade das coleções temáticas participantes de exposições é constituída deles.

Poucas são as coleções de selos usados. Isso se deve, em parte, à grande dificuldade de encontrar todos os selos para a coleção com uma obliteração limpa, bem aplicada, que não borre o desenho do selo, ocultando detalhes importantes do mesmo. Por outro lado, devem-se evitar, em uma coleção de selos usados, as chamadas obliterações “de favor”, ou seja, aplicada com a finalidade de que o selo faça parte de uma coleção de usados. Por vezes, o selo está carimbado, mas preserva sua goma original, o que prova que ele não circulou em uma carta. O ideal é que tenha sido aplicada uma obliteração de fato, compatível com a época de circulação do selo, pois seria muito fácil, a qualquer momento, carimbar a ponta do selo.

Seja qual for a escolha, selo novo ou usado, o importante é o prazer que dá garimpar um selo que se procura há muito tempo e encontrá-lo, seja folheando um classificador de um comerciante ou de repetições de outro filatelista, seja buscando nos sites de venda na Internet.

Novos ou usados: a velha questão

Uma dúvida que normalmente acomete os filatelistas iniciantes é se devem colecionar selos novos (sem carimbo) ou usados (obliterados). No início de uma coleção, em que os selos adquiridos são retirados de cartas, o mais fácil é acumular selos usados. Contudo, à medida que a coleção progride, fica realmente difícil encontrar certos selos carimbados sob boa apresentação.

Não se recomenda a mistura, em uma mesma coleção, de selos novos e usados. Essa é boa regra a ser seguida, sendo se recomendação consensual. Todavia, cada um coleciona como bem entende e mesmo os regulamentos de exposições filatélicas oficiais não estabelecem a obrigatoriedade de optar por um tipo ou por outro nem tampouco proíbe a mistura. Atualmente, na verdade, há uma grande tendência a colecionar os selos novos, haja vista, por exemplo, que a quase totalidade das coleções temáticas participantes de exposições é constituída deles.

Poucas são as coleções de selos usados. Isso se deve, em parte, à grande dificuldade de encontrar todos os selos para a coleção com uma obliteração limpa, bem aplicada, que não borre o desenho do selo, ocultando detalhes importantes do mesmo. Por outro lado, devem-se evitar, em uma coleção de selos usados, as chamadas obliterações “de favor”, ou seja, aplicada com a finalidade de que o selo faça parte de uma coleção de usados. Por vezes, o selo está carimbado, mas preserva sua goma original, o que prova que ele não circulou em uma carta. O ideal é que tenha sido aplicada uma obliteração de fato, compatível com a época de circulação do selo, pois seria muito fácil, a qualquer momento, carimbar a ponta do selo.

Seja qual for a escolha, selo novo ou usado, o importante é o prazer que dá garimpar um selo que se procura há muito tempo e encontrá-lo, seja folheando um classificador de um comerciante ou de repetições de outro filatelista, seja buscando nos sites de venda na Internet.

Máximos-postais

Máximos-postais são peças filatélicas de grande beleza gráfica, motivo pelo qual encontram ainda muitos aficcionados de seu colecionismo – a Maximafilia. O máximo é constituído de um cartão-postal em cujo anverso é afixado um selo, sobre o qual é aposto um carimbo. No entanto, deve haver, entre esses três elementos (cartão-postal, selo e carimbo) uma máxima concordância, daí o nome da peça.

A concordância deve existir entre o assunto do selo e o da ilustração do cartão, o qual deve mostrar um assunto pré-existente à emissão do selo. Além disso, o carimbo aplicado deve concordar em data, localidade e ilustração com selo e cartão. É importante frisar que só se pode falar em máximo quando o selo estiver sobre a face ilustrada do cartão.

Os máximos surgiram no final do século 19. Até o final da década de 20, são peças raras e denominadas de “clássicos”. Até então, podiam inclusive ter circulação postal. Em seguida, a União Postal Universal “UPU” proibiu a circulação de postais com selo no lado da ilustração. A partir daí, as obliterações (carimbos) dos máximos passaram a ser “de favor”, ou seja, os máximos não mais puderam ser expedidos pelos correios.

A Maximafilia surgiu na década de 70. Hoje, há vários adeptos dessa modalidade de colecionismo, com significativa participação em exposições. Os máximos podem também fazer parte de coleções temáticas, desde que se relacionem ao tema. No entanto, como os obliterações são “de favor”, eles devem ser usados com  parcimônia e moderação.

Rogério Dedivitis

SANPEX XIV

A 14ª Exposição Filatélica e Numismática de Santos ocorreu de 30 de agosto a 6 de setembro de 1986, no Centro de Cultura de Santos. O Clube havia sido reestruturado a partir de dezembro de 1985 e esse foi seu primeiro evento após muitos anos.

O evento contou com o apoio da Federação Brasileira de Filatelia FEBRAF, Federação das Entidades Filatélicas do Estado de São Paulo FEFIESP, Prefeitura Municipal de Santos e da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ECT, que emitiu carimbo comemorativo, ilustrado, no primeiro plano, por uma gaivota. A arte-final foi de Biaggio Mazzeo. A Municipalidade patrocinou a cunhagem de medalha, que foi outorgada aos expositores. O Júri foi composto por renomados filatelistas, alguns não mais presentes entre nós: Filatelia Tradicional: Geraldo Souza Brito, Heinz Nerbert Lehfeld, Karl Lothar Jaschke e Olegário Câmara (observador); Temática: Biaggio Mazzeo, Geraldo de Andrade Ribeiro Jr., Ruben Reis Kley e Sérgio Mastrorosa (observador); e Literatura Filatélica: Gilberto M. de Proft e Lauro Natali. As participações de Numismática foram fora de competição, em caráter de mostra. A visitação foi acima de qualquer expectativa.

Palmarés:

Filatelia

I – Classe de Honra:

– Um bacilo ameaçou a Humanidade, Heitor Fenício, São Paulo;

– Industrialização do Brasil, Rogério A. Dedivitis, Santos;

– Boletim Informativo do Clube Filatélico e Numismático de Santos;

II – Classe Especial (membros do Júri):

– Ascensão e decadência das artes plásticas, Biaggio Mazzeo, São Paulo;

– Censuras na filatelia, Geraldo Souza Brito, São Paulo;

– Boletim Informativo da Sociedade Philatélica Paulista SPP;

– Temática – Filatelia e Cultura, da Associação Brasileira de Filatelia Temática ABRAFITE;

– coluna Filatelia e Numismática, de Lauro Natali, Piracicaba;

– opúsculo I Circuito Filatélico da Zona Canavieira do Estado de São Paulo, do Clube Filatélico e Numismático de Piracicaba;

III – Classe Competição:

A – Filatelia Tradicional

– Emissões de 1894 a 1906, Ovídio Christino, São Paulo, com Medalha dourada e Prêmio especial FEBRAF;

– Carimbos e obliterações da época do Império do Brasil – 1866 a 1889, Fuad Ferreira Filho, São Paulo, Medalha dourada;

– Áustria, Hésio Colombo, Piracicaba, Medalha Prateada;

– Índia until Independence, Charles David Palmer O’Cock, Santos, Medalha prateada;

– Laos, Minoru Tamura, Ferraz de Vasconcelos, Medalha de bronze;

B – Filatelia especializada:

– Franquias mecânicas brasileiras, Amir Maggi, Pirajuí, Medalha prateada;

– A mensagem e os correios, Armando Mário Delgado, São Paulo, Medalha de bronze;

– As cidades brasileiras e a Geografia, Sérgio Luís de Paiva Bolinelli, Catanduva, Medalha de bronze;

– Carimbos mudos do Império, Hílton de Mello e Oliveira, Campinas;

C – Filatelia Temática

– Rios prisioneiros, energia em liberdade, Reinaldo E. Macedo, Campinas, Medalha dourada e Prêmio especial SANPEX XIV;

– Eu, a abelha, Hélion de Mello e Oliveira, Campinas, Medalha dourada;

– Gemas e minerais, Cláudio Bruno Piazza, São Paulo, Medalha dourada;

– O vôo vertical – a era do helicóptero, Djalma Rodrigues Lima Jr., Campinas, Medalha prateada;

– A história da FIFA e suas Copas Mundiais de futebol, Paul Heinz Weimann, São Paulo, Medalha de bronze;

– Ascensão e queda do III Reich, José Francisco S. Keller, Sorocaba, Medalha de bronze;

– Nossas grandes exposições filatélicas, Antônio Luís Pereira, Campinas, Medalha de bronze;

– Os moluscos, Nílson de Mello e Oliveira, Campinas, Medalha de bronze.

– Igrejas, templos e catedrais, Sérgio Cipriani, Pirajuí;

D – Filatelia Juvenil:

– História do Brasil, Cláudia Satie Miyaba, São Paulo, Medalha de bronze;

– Religião, Cláudia Satie Miyaba, São Paulo, Medalha de bronze;

– Forças Armadas do Brasil, Roberto Mischek Garabosky, São Paulo.

E – Imprensa e Literatura Filatélicas

– A travessia do Atlântico Sul e Gago Coutinho, Ary Serpa, Santos, Medalha Prateada;

– A filatelia e a numismática na poesia, Sérgio Luís de Paiva Bolinelli, Catanduva, Medalha prateada;

– Afigrasp Filatélico, boletim da Associação Filatélica da Grande São Paulo;

– ABRAJOF em Revista, revista da Associação Brasileira de Jornalistas Filatélicos;

– Divulgando…, do Clube Filatélico e Numismático de Catanduva;

– Ferraz Filatélico, boletim da Sociedade Filatélica de Ferraz de Vasconcelos SOFIFE;

– FILO, do Clube Filatélico e Numismático de Lorena;

– Filatelia e Numismática, coluna de Sérgio Luís de Paiva Bolinelli, de Catanduva;

– Filatelia, coluna de José Antônio Bittencourt Ferraz, de Lorena;

– O Hebreu, coluna de Edward Affonso Costa, de São Paulo;

– Selos & Moedas, coluna de Amir Maggi, Pirajuí;

– Informativo Filatélico Fontoura-Wyeth, de José Leandro de Barros Pimentel, São Paulo;

– FILACAP, da Associação Cultural FILACAP, de Cachoeira Paulista.

Numismática:

– Medalhas, Juraci Pereira da Silva, Santos;

– Moedas e cédulas, Manoel Barreira da Silva Farinhas, Santos.

SANPEX 2013

De 6 a 8 de dezembro, foi realizada a 20ª Exposição Filatélica e Numismática de Santos “SANPEX 2013”, no salão do SINTRASAÚDE, em Santos. A mostra, de caráter não competitivo, marcou a volta às atividades do Clube Filatélico e Numismático de Santos, recentemente reorganizado e fez o tradicional nome SANPEX ressurgir no cenário do colecionismo nacional. O evento contou com o patrocínio da Federação Brasileira de Filatelia FEBRAF e o apoio dos Correios e do SINTRASAÚDE. A cerimônia de inauguração, à qual se seguiu coquetel oferecido pelo SINTRASAÚDE, contou com a presença do Dr. Paulo Pimentel, Presidente deste Sindicato e do Sr. Raul Cristiano, Secretária de Cultura de Santos. Houve feira com a presença de comerciantes, sempre movimentando as exposições. Os Correios emitiram carimbo comemorativo alusivo ao evento, na arte-final do carimbo foi da Sra. Verônica C. Nagy Mastrorosa. Fez bastante sucesso o selo-personalizado, também disponibilizado pelos Correios. A exposição, coincidentemente abriu o ano de comemorações dos 75 anos das duas entidades: o SINTRASAÚDE e o Clube Filatélico e Numismático de Santos. Compareceram colecionadores da “velha guarda” e novos nomes, que representam “sangue novo” para a filatelia, numismática e multicolecionismo de uma das cidades de maior tradição do país nessas atividades, reservando, a todos, momentos de confraternização e emoção, sobretudo pela lembrança de tantas pessoas saudosas que fizeram essa história de 75 anos.

Coleções participantes:

Coleção didática, do Centro Temático de Campinas

Carimbos do Santos – Império, William Chen

Carimbos de São Paulo – Império, William Chen

Autômatos do Brasil, Sérgio Mastrorosa

Cintas do Brasil, Rogério A. Dedivitis

Primeiros vôos da Lufthansa, Sérgio Mastrorosa

A asa ritmada, Cibele T. M. Nogueira,

O pulsar da vida, Rogério A. Dedivitis

Cédulas, Márcio Afonso dos Santos